Quatro Vidas de um Cachorro

Sim eu chorei litros vendo Quatro Vidas de Um Cachorro, mas eu chorar em filmes de animais não é novidade desde o Rei Leão. Polêmicas à parte, o longa é bem legal e claro, emocionante.

A história conta as quatro vidas de um cãozinho que assim que nasce questiona qual o sentido da sua vida. Ao ser resgatado por Ethan, o cãozinho que passa se chamar Bailey, descobre o que é companheirismo, amizade, carinho e amor. Grande parte do filme foca nessa amizade e mostra os dois crescendo e vivendo juntos, até que Bailey fica doente e morre.

Depois de um tempo “Bailey” retorna à Terra, mais duas vezes, uma para ser companheiro de uma grande família e outra para ser um cão da polícia americana. Em todas as suas vidas “Bailey” questiona qual o sentido da vida e sempre busca viver da melhor forma possível, mesmo sem esquecer Ethan e o quanto essa amizade e esse amor o fizeram bem.

E então “Bailey” começa a sua quarta jornada e apesar de achar que já havia descoberto a resposta para a sua pergunta, se vê em uma situação nem um pouco agradável e sua vontade de reencontrar Ethan só fica maior.

Óbvio que colocar cachorros fofos e lindos em uma trama já a torna puro amor. Mas é uma história envolvente e de fato nos faz pensar em qual é o verdadeiro sentido da vida, o que levamos dela e como cada decisão pode nos afetar. Para quem prefere saber de tudo com mais detalhes, além de ver o filme e se emocionar, tem o livro com o nome homônimo. #ficaadica

 

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